
2 de Setembro de 1998
Querida,
Desculpe pelo mal que fiz, como poderia um jovem e bobo garoto perceber o quanto lhe magoaste ?
Eu lhe prometi que iria voltar, e não foi em vão. Eu vou voltar pra ti, peço-lhe que tenha mais paciência, eu sei que não mereço isso. Mas eu sinto falta de você, dos seus doces beijos, e da forma como você me olhava. Seu olhar é como se fosse uma arma contra mim; é difícil resistir à tanto.
Por favor, a única coisa que lhe peço é que não desista de nós, não deixe de falar comigo, você sempre foi e sempre será importante para mim. Ainda há chances de me ter e sempre terá, não desista de nós.
Agora, escrevendo esta carta para você, estou fazendo muitas interupçoes, andando de um lado para o outro; Nesse chão frio. A janela esta aberta e uma brisa forte entra pela janela. E eu lembro de imediato em você... Naquela tarde que mesmo com o sol à vista, fazia frio e ventava muito. Você com sua teimosia não quis ir embora,então não tive como argumentar. Seu echarpe saiu voando com o vento e corremos atrás dele rindo muito,e quando eu menos esperava você me "atacou" , fazendo com que rolássemos na grama. Te olhei de modo que questionava se você estava bem ou não. Você me beijou intensamente e eu retribui da forma mais calorosa que pude, era como se o frio sumisse.
Porque tudo estava no calor do nosso amor.
Agora que você quer desistir?
Sinto muito se também lhe provoquei dor.
Eternamente Seu,
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